Lirio de Seda
(L.A. Lianza)
Das intermitências de
Um pensamento
Vive o coração do
Lírio, do tempo e morte
Sonhar com mil artes
Esperar palatáveis
As formas apreciadas
Criar, criar, criar
Jovem aquele eu
Surpreendido pela
Legitimidade que
A lógica tinha
Visto que o eu
Do outro
Não era eu
Visto a arte
Do eu
Não é do outro
Embromei mais
E descobri a
Verdade, sim
Ali, eu a vi
Se de pano és
Aquele coração
Passo a entender
Como liberdade
Mas libertinagem
Provem da arte
De cortar a liberdade
Com a arte de ser livre
E ali, se eu visse
Com a lógica
Minha prévia
Prisioneiro ela seria
Mas se aprisionar é
Fazer da liberdade
A arte que nos faz
Ser livres
Divido termos para
Entender ou não
Leio, sigo e vejo
Mas isso é só curiosidade
Então
Mas no fim o eu
Do outro é tão
Diferente de mim
Que fiquei surpreso
Com a simples ação
De se repetir o feito
Assim
Esboço de um Lírio ou uma Rosa
(L.A. Lianza)
De tudo que estou farto
Volto a repetir
Estou farto de meus poemas de amor
Já não sei mais se amo quem amo
Quero amar para compreender
Não amar para talvez ter
Estou farto de dizer que desejo
Quando no fundo nem sei ao menos
Se eu sei direito
Cavadores de emoções
Suprimem suas nostalgias
E exibem o que tem de novo
Sou poeta, acho eu
Não sei suprimir nada
Tudo que tenho mistura
E Estraga
Sai em uma lapada só
A ponto de não ter mais eu
Quando chove e faz lua
Canto uma melodia crua
De quem mal pegou no baixo
E nunca foi afinado
Quando faz lua e chove
Desço do meu altar
Procuro um ser por lá
Para meu coração despedaçado
Ou nem tanto
Cavar, cavar, cavar
No sol da lua triste
O fogo que quase extingue
Faz um verde azul do mar
Que me cheira a horizonte
Sem fim e sem destino
Com cara de menino
E som de um homem
Fora do ser irreal
A lua o sol o mal
Conforme tudo
É total, é vasto
Eu me confundo
Sim!
Disforme é a forma sem forma
Mas uma forma aformada
Será sempre uma forma
Os vasos límpidos que sei que criei
Não entendo a duvida aqui dentro
Não nem ao menos os versos que inventei
Vá, vastidão para longe de mim
Volte com boas novas
Traga-me uma solução
Ou ao menos a velha duvida
Será que a terei então?
Não agüento mais o que sinto
Sinto que não sinto
Mas sinto...
Sinto que não sei se sinto
Sinto que busco e não busco
Tão próximo do que quero
E tão longe de ter
Tão próximo pois sei que estou próximo
E longe porque posso não querer
Eu me arriscaria?
Eu me arriscaria?
Eu me arriscaria?
Vá duvida!
Não a agüento mais
Não há agüento, mas
Você não tem o que falar
Vá e volte!
Volte com boas novas
Talvez uma solução
Talvez ao menos volte branda
Mas volte duvida...
Sem você não sou poeta
Virá...
Virá...
Virá...
Às quatro da manhã
E tudo que penso é se penso
Quero dormir...
Quero sonhar
Quero lembrar
Oh sonhos venham
Venham, mas vão embora!
Vão e levem de mim
A dúvida e a memória
Tragam na próxima noite
Novas vidas e temores
Pois não agüento mais
Quero outros problemas
Mas que eu sempre os tenha...
Os meus caros problemas
Este deveria ser o fim
Mas nada que acaba em vírgula acaba
Nada que acaba em vírgula
ACABA
Não
Este não é o fim
Ainda tenho tudo que tenho
Não sei de nada
E não como Sócrates
Não sei mesmo...
Mas tem a vírgula
E nada com vírgula
Acaba
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Fim,
sábado, 28 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Uma poesia pra quebrar o clima
Uma visão distante e errada
(L.A. Lianza)
Quem diria tudo fluir assim?
Vai e vem sem avisar
Quem diria que a quietude tem tanto a falar
Dentro da mais desalmada montanha
Vive uma alma grande como o Fuji
Conhecimento demasiado flui e flui
E não existem palavras reais
Em língua alguma
Imagens acústicas, nem nada que possa
A explicação vive dentro dos olhos
Mas não deve olhar-los de verdade
É perigoso se aventurar tanto neles
A onda vai e vai
Ela vem tão rápido que corro
A onda é fluida
Mas é por isso tudo que eu devo ser sucinto
(L.A. Lianza)
Quem diria tudo fluir assim?
Vai e vem sem avisar
Quem diria que a quietude tem tanto a falar
Dentro da mais desalmada montanha
Vive uma alma grande como o Fuji
Conhecimento demasiado flui e flui
E não existem palavras reais
Em língua alguma
Imagens acústicas, nem nada que possa
A explicação vive dentro dos olhos
Mas não deve olhar-los de verdade
É perigoso se aventurar tanto neles
A onda vai e vai
Ela vem tão rápido que corro
A onda é fluida
Mas é por isso tudo que eu devo ser sucinto
segunda-feira, 23 de março de 2009
Água como direito humano
Nos dias 16 a 22 de março houve em Istambul o 5° fórum mundial da água. O fórum, que foi organizado pela CMA (Conselho Mundial da Água), contou com uma estimativa de 25 mil participantes, dentre eles lideres políticos, especialistas, grandes empresas e ONGs.
Um dos temas tratados pelo fórum foi a água como um direito humano. Seria tornar oficial a necessidade básica de água e saneamento básico de todo ser humano e por nos direitos humanos da ONU. Entretanto não houve consenso.
Vários países como a Venezuela foram contra e outros como o Brasil tiveram medidas intermediária que botava a água como direito básico. No fim um grupo de 25 países assinou uma declaração alternativa que botava a água como direito humano. Ainda que, o Brasil, EUA e outros países tenham bloqueado a tentativa de voltar a debater esse tema ainda em 2008. Ou seja, já era um debate com posições formadas.
Não se trata do resultado, mas sim da posição do Brasil. Um país governado por um presidente preocupado com qualidade de vida da população e o meio ambiente não é coerente com a negação tão veemente dessa proposta. Por a água como direito humano iria, por exemplo, facilitar a entrada de água no nordeste brasileiro.
O fato é essa possibilidade de interferência externa que ocorreria dentro de um cenário onde água constaria nos direitos humanos iria ser negativa para o governo em diversas formas e não é a melhor solução para nossos problemas com água. Estamos em um país que tem por volta de 13% da água do mundo e 3% da população o que nos deixa em uma situação geograficamente mais confortável que o resto do mundo (a Europa, África e Ásia que possuem 6/7 da população mundial só possuem por volta de 55% da água, por exemplo).
Intervenções geridas por má administração ou a escassez de outro país faria nossa água simplesmente sair sem gerar lucro e ainda pior isso poderia acarretar num descaso do resto do mundo com nossa água, dando fim também às nossas fontes.
Pensar em uma crise mundial como fim de um sistema é também pensar na formação do próximo. Um tema em alta e mais importante altamente lucrativo é o meio ambiente. A escassez da água vai pressionar o mercado a valorizar a água sendo assim, o Brasil iria segurar no território um poder político muito grande.
A prova dessa valorização é por exemplo o que ocorre no Canadá, que já exporta água para os EUA. Desvios de canais que inclusive já foram oferecidos para o Brasil. É lógico que ainda não é viável para nós esse tipo de operação, mas quando (e se) resolvermos nossos problemas políticos que geram a má distribuição e o desperdício da água forem resolvidos, e estivermos em um sistema econômicos que põe alto valor na água poderemos não só usá-la como produto, mas também usá-la para gerar diferenciação na produção de alimentos e carne, podendo gerar maior lucros em diversas áreas já tipicamente brasileiras.
É claro que tudo isso depende de uma boa administração, mas por agora o ponto de recusar aceitar a água como direito humano foi um ato correto. Por como direito básico, ou seja, responsabilidade do país dar água e saneamento básico a todos, mas sem intervenções internacionais é a atitude mais sensata que o governo Brasileiro podia ter. Não por uma questão de lucro e egoísmo, mas sim de sobrevivência, os problemas que temos por enquanto no Norte Africano e Sudeste Asiático (locais mais afetados pela falta de água) são ainda majoritariamente políticos e a solução pode e deve vir por vias diplomáticas e ações mundiais de teor mais político e menos econômico.
Um dos temas tratados pelo fórum foi a água como um direito humano. Seria tornar oficial a necessidade básica de água e saneamento básico de todo ser humano e por nos direitos humanos da ONU. Entretanto não houve consenso.
Vários países como a Venezuela foram contra e outros como o Brasil tiveram medidas intermediária que botava a água como direito básico. No fim um grupo de 25 países assinou uma declaração alternativa que botava a água como direito humano. Ainda que, o Brasil, EUA e outros países tenham bloqueado a tentativa de voltar a debater esse tema ainda em 2008. Ou seja, já era um debate com posições formadas.
Não se trata do resultado, mas sim da posição do Brasil. Um país governado por um presidente preocupado com qualidade de vida da população e o meio ambiente não é coerente com a negação tão veemente dessa proposta. Por a água como direito humano iria, por exemplo, facilitar a entrada de água no nordeste brasileiro.
O fato é essa possibilidade de interferência externa que ocorreria dentro de um cenário onde água constaria nos direitos humanos iria ser negativa para o governo em diversas formas e não é a melhor solução para nossos problemas com água. Estamos em um país que tem por volta de 13% da água do mundo e 3% da população o que nos deixa em uma situação geograficamente mais confortável que o resto do mundo (a Europa, África e Ásia que possuem 6/7 da população mundial só possuem por volta de 55% da água, por exemplo).
Intervenções geridas por má administração ou a escassez de outro país faria nossa água simplesmente sair sem gerar lucro e ainda pior isso poderia acarretar num descaso do resto do mundo com nossa água, dando fim também às nossas fontes.
Pensar em uma crise mundial como fim de um sistema é também pensar na formação do próximo. Um tema em alta e mais importante altamente lucrativo é o meio ambiente. A escassez da água vai pressionar o mercado a valorizar a água sendo assim, o Brasil iria segurar no território um poder político muito grande.
A prova dessa valorização é por exemplo o que ocorre no Canadá, que já exporta água para os EUA. Desvios de canais que inclusive já foram oferecidos para o Brasil. É lógico que ainda não é viável para nós esse tipo de operação, mas quando (e se) resolvermos nossos problemas políticos que geram a má distribuição e o desperdício da água forem resolvidos, e estivermos em um sistema econômicos que põe alto valor na água poderemos não só usá-la como produto, mas também usá-la para gerar diferenciação na produção de alimentos e carne, podendo gerar maior lucros em diversas áreas já tipicamente brasileiras.
É claro que tudo isso depende de uma boa administração, mas por agora o ponto de recusar aceitar a água como direito humano foi um ato correto. Por como direito básico, ou seja, responsabilidade do país dar água e saneamento básico a todos, mas sem intervenções internacionais é a atitude mais sensata que o governo Brasileiro podia ter. Não por uma questão de lucro e egoísmo, mas sim de sobrevivência, os problemas que temos por enquanto no Norte Africano e Sudeste Asiático (locais mais afetados pela falta de água) são ainda majoritariamente políticos e a solução pode e deve vir por vias diplomáticas e ações mundiais de teor mais político e menos econômico.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Os diplomatas italianos
A Renascença foi um fenômeno europeu muito influente que teve seu centro na Itália. As principais contribuições da Renascença italiana ocorreram entre 1420 e 1527. O desenvolvimento cultural da Renascença foi de grande escala (em parte pela tomada de Constantinopla pelos Otomanos, que fez com que vários sábios gregos fugissem para a Itália), mas essa influencia alterou todo relacionamento Europeu, incluindo criando dentro da Itália o modelo de diplomacia que depois seria adotado por toda Europa Cristã-Romana.
Nessa época a Itália não era unificada ainda (na verdade ela só vai se unificar muitos anos depois em circunstancias muito especificas). Existiam na verdade grandes cidades e principados. Cinco delas muito importantes e influentes: Nápoles no sul, um reino a moda antiga cuja coroa era ilegítima e disputada pelos reinos de Aragão e da França; Milão no norte, que tinha grandes terrenos férteis e disputados com Roma; Veneza em uma ilha no mar Adriático, importante cidade comercial; Roma e outros territórios do papado no centro, provavelmente a cidade mais importante da Itália, onde vários especialistas de diversas áreas de encontravam; E por fim Florença ao norte de Roma, a cidade mais importante para a Renascença, o grande foco do movimento que começou como artístico.
A grande questão política nisso tudo é que quase nenhum poder dentro da Itália era legítimo. Dentro dos cinco principais reinos nenhum tinha legitimidade completa de poder, nem mesmo o Papa, que tinha territórios dominados ilegitimamente. Dentro da mentalidade de buscar na antiguidade a inspiração para a Renascença eles foram buscar dentro da idade antiga, buscando assim conceitos que levaram ao “stato” que depois vai virar nossa palavra estado, o conceito de “stato” legitimava por via do direito romano esses poderes, mais tarde isso vai influenciar toda Europa, criando o conceito de estado.
O tema que eu me propus a tratar vem agora. A partir do momento que esses Estados vão se consolidando junto também começa a se consolidar dentro de dois principais reinados uma nova maneira de “política”. Roma que tinha clérigos espalhados por toda Europa tinha grandes informações do mundo e principalmente Veneza com os comerciantes tem até hoje grandes documentos sobre a situação da Europa da época.
Nesse cenário os Médici (a família que administrava Florença) começou a criar um sistema de mensageiros em todos os reinos. Mensageiros tais que iam tratar até com os Otomanos. Eles não eram nobres, mas eram honrados e talentosos. Esses mensageiros começaram a ser usados por vários reis e príncipes e alguns começaram a se estabelecer fora. Isso é o inicio da rede de diplomacia, esses que se estabeleciam fora estão experimentando a idéia da embaixada.
Nessa época a Itália não era unificada ainda (na verdade ela só vai se unificar muitos anos depois em circunstancias muito especificas). Existiam na verdade grandes cidades e principados. Cinco delas muito importantes e influentes: Nápoles no sul, um reino a moda antiga cuja coroa era ilegítima e disputada pelos reinos de Aragão e da França; Milão no norte, que tinha grandes terrenos férteis e disputados com Roma; Veneza em uma ilha no mar Adriático, importante cidade comercial; Roma e outros territórios do papado no centro, provavelmente a cidade mais importante da Itália, onde vários especialistas de diversas áreas de encontravam; E por fim Florença ao norte de Roma, a cidade mais importante para a Renascença, o grande foco do movimento que começou como artístico.
A grande questão política nisso tudo é que quase nenhum poder dentro da Itália era legítimo. Dentro dos cinco principais reinos nenhum tinha legitimidade completa de poder, nem mesmo o Papa, que tinha territórios dominados ilegitimamente. Dentro da mentalidade de buscar na antiguidade a inspiração para a Renascença eles foram buscar dentro da idade antiga, buscando assim conceitos que levaram ao “stato” que depois vai virar nossa palavra estado, o conceito de “stato” legitimava por via do direito romano esses poderes, mais tarde isso vai influenciar toda Europa, criando o conceito de estado.
O tema que eu me propus a tratar vem agora. A partir do momento que esses Estados vão se consolidando junto também começa a se consolidar dentro de dois principais reinados uma nova maneira de “política”. Roma que tinha clérigos espalhados por toda Europa tinha grandes informações do mundo e principalmente Veneza com os comerciantes tem até hoje grandes documentos sobre a situação da Europa da época.
Nesse cenário os Médici (a família que administrava Florença) começou a criar um sistema de mensageiros em todos os reinos. Mensageiros tais que iam tratar até com os Otomanos. Eles não eram nobres, mas eram honrados e talentosos. Esses mensageiros começaram a ser usados por vários reis e príncipes e alguns começaram a se estabelecer fora. Isso é o inicio da rede de diplomacia, esses que se estabeleciam fora estão experimentando a idéia da embaixada.
segunda-feira, 16 de março de 2009
O fiel economico
O sistema anárquico é falso em quase todas as medidas, não existe um líder assumido, mas existem diversas escalas poderes dentro do sistema. E dentre elas vou citar a que mais me interessa, a economia. Dentro de um contexto atual afirmar que todos os países tem uma mesma liberdade é falar que todos tem a mesma capacidade de fazer algo quando temos diferentes dividas no FMI por exemplo.
Dentro de um sistema internacional desequilibrado como o nosso é atualmente eu acho improvável que alguém possa dar certeza de quem é o fiel da balança, mesmo que o melhor chute seja os EUA estamos vendo que eles estão ruindo dentro desse grande jogo (não, não estou usando aspas de propósito). O que podemos ver é que o fiel próximo não será o antigo e que o próximo jogo também será diferente.
Um sistema gerido por uma economia una baseada na posse é um tanto irreal imaginar que possa surgir um estado realmente novo como centro do sistema, mesmo aqueles mais cogitados como os BRICS já são a tempos nomes muito falados. E dizer que os EUA vão realmente quebrar nessa crise é ainda arriscado no ponto histórico que estamos.
Independente de quem seja o novo fiel econômico eu acredito que o centro real não é mais um estado, nem mesmo um organismo e sim um sistema. A economia mundial já virou um ser que não tem corpo, mas tem estrutura e dentro dessa estrutura que evolui independentemente temos as bases que regem e essa estrutura é a principal regedora do sistema econômico mundial. Ou seja, a economia saiu das mãos humanas! Já faz um tempo até.
Dentro de um sistema internacional desequilibrado como o nosso é atualmente eu acho improvável que alguém possa dar certeza de quem é o fiel da balança, mesmo que o melhor chute seja os EUA estamos vendo que eles estão ruindo dentro desse grande jogo (não, não estou usando aspas de propósito). O que podemos ver é que o fiel próximo não será o antigo e que o próximo jogo também será diferente.
Um sistema gerido por uma economia una baseada na posse é um tanto irreal imaginar que possa surgir um estado realmente novo como centro do sistema, mesmo aqueles mais cogitados como os BRICS já são a tempos nomes muito falados. E dizer que os EUA vão realmente quebrar nessa crise é ainda arriscado no ponto histórico que estamos.
Independente de quem seja o novo fiel econômico eu acredito que o centro real não é mais um estado, nem mesmo um organismo e sim um sistema. A economia mundial já virou um ser que não tem corpo, mas tem estrutura e dentro dessa estrutura que evolui independentemente temos as bases que regem e essa estrutura é a principal regedora do sistema econômico mundial. Ou seja, a economia saiu das mãos humanas! Já faz um tempo até.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Tá, não foi um conto
Caos, o mesmo que destrói também constrói... A ordem é um mito.
Dos copos que quebram aos quartz formadores, tudo é ditado pelo Caos. Das formas ascendentes às que descendem, tudo é ditado pelo Caos. Nenhum humano duvida do supranatural, o que torna natural existir um deus, seja ele deus, o nada ou o Caos. Deus das regras impõe do amor à guerra, o que o torna o Caos. O nada inexplicável impõe em um tudo o nada, um paradoxo, o Caos. No fim é natural, o supranatural é o Caos e é inevitável que todas as perguntas tenham como resposta a incerteza, a certeza á uma falsidade, é enganosa, é o Caos. Afinal o inicio – independente do que seja – é o Caos e talvez a única exceção seja que o tudo ser o Caos não é o Caos – ou será que não?
Dos copos que quebram aos quartz formadores, tudo é ditado pelo Caos. Das formas ascendentes às que descendem, tudo é ditado pelo Caos. Nenhum humano duvida do supranatural, o que torna natural existir um deus, seja ele deus, o nada ou o Caos. Deus das regras impõe do amor à guerra, o que o torna o Caos. O nada inexplicável impõe em um tudo o nada, um paradoxo, o Caos. No fim é natural, o supranatural é o Caos e é inevitável que todas as perguntas tenham como resposta a incerteza, a certeza á uma falsidade, é enganosa, é o Caos. Afinal o inicio – independente do que seja – é o Caos e talvez a única exceção seja que o tudo ser o Caos não é o Caos – ou será que não?
segunda-feira, 2 de março de 2009
Por enquanto so poesia, a proxima prometo um conto
Gb ou F#
(L.A. Lianza)
De quantas poesias é preciso
Para que um poeta mal amado
Se torne ciente de seus próprios fins?
E parta em longa jornada
Em busca de novas dores
De quantas rejeições é preciso
Para que a amada não recíproca
Arrisque nos novos campos?
E descubra no poeta
Algo além de amor de Pierrot
No viés...
Os sonhos dos amores de um só
Que vagam na mente de dois
Basta um movimento para que se acabem
Seja para o fim da existência
Ou a transposição física
Seja o fim das belas palavras
Ou o inicio...
De quantas poesias eu preciso?
De quantas rejeições ela precisa?
Oh como queria ser Arlequim...
(L.A. Lianza)
De quantas poesias é preciso
Para que um poeta mal amado
Se torne ciente de seus próprios fins?
E parta em longa jornada
Em busca de novas dores
De quantas rejeições é preciso
Para que a amada não recíproca
Arrisque nos novos campos?
E descubra no poeta
Algo além de amor de Pierrot
No viés...
Os sonhos dos amores de um só
Que vagam na mente de dois
Basta um movimento para que se acabem
Seja para o fim da existência
Ou a transposição física
Seja o fim das belas palavras
Ou o inicio...
De quantas poesias eu preciso?
De quantas rejeições ela precisa?
Oh como queria ser Arlequim...
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